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Capa do álbum "Verde, não devaste!" da banda Cólera, com ilustração de uma figura usando máscara de gás segurando uma planta em um cenário pós-apocalíptico (disco de vinil).
Capa do álbum "Verde, não devaste!" com o disco de vinil verde saindo do envelope interno, posicionado sobre o encarte com ilustrações e OBI amostra.
Capa aberta do álbum "Verde, não devaste!" da banda Cólera, apresentando ilustrações em tons de verde.
Encarte aberto do álbum "Verde, não devaste!" da banda Cólera, apresentando textos, manifestos e ilustrações em tons de verde.
Flyer promocional do álbum "Verde, não devaste!" da banda Cólera, com a arte original em verde e branco e informações sobre o lançamento.
Disco de vinil na cor verde esmeralda marmorizado do álbum "Verde, não devaste!" da banda Cólera, isolado sobre fundo branco.

CÓLERA - VERDE, NÃO DEVASTE! (LP)

Assinante R$ 216,00

Não assinante R$ 240,00

Em estoque

Detalhes do Disco

Rotação

33

rpm

Modelo

12

pol.

Gramatura

180

gramas

Formato

simples

Lançamento

1989

Tiragem

500

Duração

37

min

Gênero

Rock

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Sobre o Disco

CÓLERA - VERDE, NÃO DEVASTE! - R3110

Após o lançamento do álbum Pela Paz em Todo Mundo em 1986 — um sucesso até então inédito no underground nacional, vendendo milhares de cópias — a reputação do Cólera estava maior do que nunca na Europa, onde o trio excursionou em 1987, tornando-se a primeira banda independente brasileira a realizar uma grande excursão pelo velho continente.

Lá apresentaram sua música, participaram de manifestações, invadiram e tocaram em squats e presenciaram diversas dificuldades, como o frio e o abismo entre o Brasil e o primeiro mundo. Perceberam que existiam lugares onde arte e cultura eram incentivadas e preservadas. Perceberam também o grau de preocupação e o avanço da postura ecológica dos europeus, mais indignados que os próprios brasileiros com o desmatamento da Amazônia, a questão indígena e o descaso das autoridades perante à preservação da natureza. Foi aí, ainda durante essa turnê, que surgiu o conceito das letras ecologicamente engajadas das canções que mais tarde viriam aparecer em Verde, Não Devaste!

Por falta de recursos, Verde, Não Devaste! levou um ano e meio para ficar pronto e ser lançado, originalmente pela independente Devil Discos, em novembro de 1989. Originalmente o disco começou a ser gravado na Europa, em 1987, para ser lançado num split com a banda belga The Repulsives, no entanto ninguém faz ideia do paradeiro dessas gravações.

De volta ao Brasil, o Cólera mudou de baixista. Entrou JB no lugar de Val, antes do álbum ser regravado no estúdio paulistano Big Bang. Nessa versão, JB toca e canta nas músicas “Parasita” e “R.P.”. Pierre canta a faixa-título do grupo com Juca (“o irmão de 12 anos”) e nos demais temas, Redson cuida da voz, do baixo e dos mordentes e deflagrantes comentários contidos em suas letras. O disco mais pesado e bem gravado da banda até então apresentava também canções que não necessariamente abordavam ecologia, como a divertida “Teatrinho”, “Meia-Noite”, “Em Setembro” e hinos do punk brasileiro como “EAEO”, “Solidarie-nós”, “Minha Nação” e “Viva a N.G.” (ou “Viva a Nossa Geração”).

O trio mais colérico da música brasileira adentrava os anos 90 com força total, dedicando “o melhor de si para o que eles esperam ser o disco de mais efeito para todo aquele que o escutar!”

Esta edição Três Selos Rocinante é em vinil verde 180g, inclui pôster, reprodução atualizada do zine que acompanhava a edição original, agora com 20 páginas, e texto inédito do jornalista e escritor Bento Araujo, autor da série de livros Lindo Sonho Delirante.

*A cor do disco está sujeita a oscilações devido ao processo de fabricação
**Imagens meramente ilustrativas

Três Selos Rocinante

VERDE, NÃO DEVASTE!